terça-feira, 30 de outubro de 2012

Eu e meus fios brancos...


 O relatório que coopera e que irrompe aprenderes

Relatório: Exposição, mais ou menos minuciosa,do que se viu,ouviu ou observou.
Uso da ética, ser umparcial no seu trato pessoal com o educando, ou com sua família
Há algum tempo atrás li sobre como maquiar um relatório, escrever um contexto ocultando outro... É engraçado?!
 Hoje podemos até rir de um educando, amanhã quando ele estiver na rua com o podr na mão eles rirão... Pense nisso “Professores”
Chegou a minhas mãos um relatório para o promeiro atendimente enviado por uma coordenadora. Segundo ela, aluna  é agresssiva, não sociável/,completamente issolada dos coleguinhas e com dificuldades silábicas.
No entanto, só observei a dificuldade silábica, no relatório ela escreve o que ralmente acha da criança.
Quando o boletim chegou sobrepujava palavras bonitas, vocabulário perfeito para ilustrar a leitura dos pais, ”esses presentes corpos, ausência real e participativa”.
Você finge que está tudo certo com seu filho, e eu escrevo falsas verdades.
E assim, caminhamos,construindo a geração futura.
Futuro! Não sei se fico feliz de não estar  mais aqui, ou se temo pelos que estão!
Que profissionais teremos no futuro, amanhã?
(Aluna de  7 anos 2°ano, de uma escola particular)


Questionando o questionário... Pra que?
Dinheiro investido em nada.
Qual é a intensão desse questionário?
Analisar profissionais: (Escolas/vivências pedagógicas)?
Lendo o questionário maquiado de aluno atendido na Oficina que estuda numa escola de um município, as informações relatadas não condiz com a realidade do aluno.
Logo, penso que, esse jogo de interesse, sem interesse algum em saber do contexto socioculturaleducativo do educando.
Quem engana que e por quê?
Represento para você,  o que você deseja que eu seja, ou tenha.
Estatisticas fantasiosas. Discordo plenamente “dessas provinhas maquiadas”, dessas apostilas descontextualizadas de reflexões e questionamentos  com as crianças e com os jovens.
Reiterando o que escrevi também coloco aqui estas apostilas de algumas escolas particulares que fragmentam o conteúdo e, são pouco descutidas, cronometram, o aprendizado Vem lá à nova geração de analfabetos de ação e atitude...
O que será da nosa velhice com essa moçada no comando?!
Semeie o bom ensino hoje, e terá bons frutos amanhã...
Márcia

Sem medo de experimentar...

A pedagogia da Afetividade experimento
 Não sou uma pedogoga com cursos de A até Zm,as sou curiosa .sempre quis aser Psicologa(não tive ainda grana para pagar),AmO arteterapia devido a meu trabalho Na saúde Mental/Química(Oficinas)
MAS, não sei se foi o destino montei uma Oficina para trabalhar Arte/Habilidades, no deccorrer desses 18 meses a clientela mudou meu caminho, mães vieram procurar ajuda pedagógica/existencial, no início resisti, e hoje fui seduzida e feliz em ver o avanço dos alunos marginalizados por um relatório,
O avanço pedagógico é muito correspondente, mas o descoberta existencial de cada aluno, sem preço...
 Maravilhoso!
”Eu existo, faço parte desse lugar”.
Márcia


Apimentar é preciso!



Como apimentar o processo de aprendizagem?...
A mãe pediu que a escola o colocasse nas aulas de reforço, disseram que ele não precisa, tinha outros piores(terrível isso) procurou ajuda, nos meios pedagógicos do munícipio,não encontrou,chegou a Oficina.
C é muito é curvado de timidez, tenta se esconder  o tempo todo. O  convidei para  que ele lesse um pequeno texto, e depois interpretasse o asunto lido.
Ele sofreu, ficou angustiado, e disse;
___ não entendi nada!
Não  sei, se quem mais sofre se é aluno, ou eu.
No geral os atendimentos tem-me deixado com apimentado os pensamento de como ajudá-los
Porque a escola tem faltado com o melhor alimento que cada aluno foi buscar; Saem de lá sem saber PENSAR, NÃO ARGUMENTAM NADA, NÃO SE VEEM INSERIDO NA SACIEDADE...
(C aluno do 9°ano, lê com mil dificuldades e não escreve)
Márcia

Provocando meu refletir

Provocações!
A escola e as multifaces
Os níveis de aprendizagens. O tempo de cada aprender e como cada aluno vai aprender...
Alguns alunos tem-me chegado enviados pelo  Consellho tutelar, pois tem  dificuldades de aprendizado, concentração e disciplina.
Quando esses alunos chegam à Oficina trabalho com eles a confiança, autoestima motivando-os a perderem o medo de falar. Já estou num terceiro atendimento  e a mãe veio relatar que ele fica contando os dias para vir, quer aprender mais... Fiquei intrigada, por quê?
Estou levantando várias questões o que acontece lá no espaço escolar que também é para aprender?
Notei que os alunos timidos, com baixa estima e falta de confiança não toma iniciativa para  se expressar, mesmo ele sabendo e fazendo parte do contexto, tem sempre à necessidade de socorro, não conseguem externar.
Conseqüentemente, irão conversar na aula, fazer graça, (para chamarem atenção).
Todavia, serão vistos como alunos desinteressados, e logo se evadirão da escola. Não podemos deixar essas crianças/jovens as margens de um “fundão de sala” ou, “canto da parede”, é preciso pensar e gerar ações para isso
Então, voltei a refletir sobre a escola...
O que podemos fazer para mudar esse quadro?
Como trazer a família para participar da vida escolar desse aluno?
Precisamos de Psicológos/Terapeutas para alguns alunos, ou todos?

Necessariamente, preicisamos mudar nossas atitudes, o que eu quero deixar para meu aluno?!
(G aluno 6° ano, não sabe ler, nem escrever)
Márcia


Provocando meu refletir


Provocações!
A escola e as multifaces
Os níveis de aprendizagens. O tempo de cada aprender e como cada aluno vai aprender...
Alguns alunos tem-me chegado enviados pelo  Consellho tutelar, pois tem  dificuldades de aprendizado, concentração e disciplina.
Quando esses alunos chegam à Oficina trabalho com eles a confiança, autoestima motivando-os a perderem o medo de falar. Já estou num tereceiro atendimento  e a mãe veio relatar que ele fica contando os dias para vir, quer aprender mais... Fiquei intrigada, por quê?
Estou levanto várias questões o que acontece lá no espaço escolar que também é para aprender.
Notei que os alunos timidos, com baixa estima e falta de confiança não toma iniciativa para  se expressar, mesmo ele sabendo e fazendo parte do contexto, tem sempre à necessidade de socorro, não conseguem externar.
Conseqüentemente, irão conversar na aula, fazer graça, (para chamarem atenção).
Todavia, serão vistos como alunos desinteressados, e logo se evadirão da escola. Não podemos deixar essas crianças/jovens as margens de um “fundão de sala” ou, “canto da parede”, é preciso pensar e gerar ações para isso
Então, voltei a refletir sobre a escola...
O que podemos fazer para mudar esse quadro?
Como trazer a família para participar da vida escolar desse aluno?
Precisamos de Psicológos/Terapeutas para alguns alunos, ou todos?

Necessariamente, preicisamos mudar nossas atitudes, o que eu quero deixar para meu aluno?!
(G aluno 6° ano, não sabe ler, nem escrever)
Márcia


Eu Curiosa...


A pedagogia da Afetividade experimento
 Não sou uma pedogoga com cursos de A até Zm,as sou curiosa .sempre quis aser Psicologa(não tive ainda grana para pagar),AmO arteterapia devido a meu trabalho Na saúde Mental/Química(Oficinas)
MAS, não sei se foi o destino montei uma Oficina para trabalhar Arte/Habilidades, no deccorrer desses 18 meses a clientela mudou meu caminho, mães vieram procurar ajuda pedagógica/existencial, no início resisti, e hoje fui seduzida e feliz em ver o avanço dos alunos marginalizados por um relatório,
O avanço pedagógico é muito correspondente, mas o descoberta existencial de cada aluno, sem preço...
 Maravilhoso!
”Eu existo, faço parte desse lugar”.
Márcia

sábado, 13 de outubro de 2012

Refletir.repensar para mudar!!!


Agradeço...
Ao professor que fez não me ouviu, fingiu não ouvir, fingiu não ver.
Agradeço...
Ao professor que não me deixou falar, explanar pensamentos.
Agradeço...
Ao professor que não deixou que eu compartilhasse  um saber.
Agradeço
Ao professor que não respeitou minha condição social
Agradeço...
Ao professor que não poupou minha dificuldade pedagógica.
Agradeço...
Ao professor que quis semear na minha formação a palavra impossível
Agradeço por  você desviar seus olhos de mim,
 Porque, nesse meio tempo,
 Pude compreender que, se eu quiser fazer a diferença
Enfrentaria inúmeros obstàculos.
Agradeço... SPH
Por que aprendi como olhar para meu aluno, contribuindo para sua emancipação pessoal e social. Com respeito e afetividade ( Educando Futuro)
Maguva *13/10/12